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Alimentar um monstro chamado E

Lembram-se daquela compilação dos Eels de que falei aqui há pouco mais de uma semana? A minha opinião francamente positiva acerca do disco mantém-se e tenho vindo a ganhar algum fascínio pela banda, que é como quem diz pelo seu único membro digno desse nome: Mark Oliver Everett ou E. Vou definitivamente começar a explorar os álbuns de originais e afins, onde não podemos encontrar pérolas como “Get Ur Freak On” ou “Climbing To The Moon” em versão remisturada por Jon Brion.

O disco gravado ao vivo no Town Hall de Nova Iorque, por exemplo, tem a particularidade de estar mergulhado em maravilhosos arranjos de cordas. E reparem como estou confiante no resultado final apesar de ainda não o ter ouvido. Este entusiasmo todo deve-se somente a “Dirty Girl”. Normalmente, a música seria suficiente para que esta canção fosse referida por aqui mas a referência passa a ser obrigatória quando me chega uma letra tão deliciosamente simples como esta.

DIRTY GIRL Live at Town Hall

2 comentários

1 Raquel Ribeiro { 15-07-2008 às 17:37 }

Ah-ha: esta não tenho eu!

2 A provocação das 7 canções | Ouve-se { 08-11-2008 às 20:04 }

[...] mas não é material para as melhores canções de sempre. A versão ao vivo, de que já falei aqui, [...]

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