Jiwa.fm, ou como é simples ouvir música
Já que falamos de serviços online que têm tudo a ver com música, gosto muito do Jiwa.fm e tento recomendá-lo tanto tanto possível ao maior número de pessoas.
Ainda não consegui perceber o motivo pelo qual o Jiwa.fm não é mais conhecido (mas quase desconfio que é por ser francês). Tem música até dizer chega (pesquisem pelos vossos artistas favoritos e vão ver que tenho alguma razão), MP3 de qualidade e um serviço muito simples, sem muita publicidade.
O Jiwa.fm permite que criem as vossas playlists e as guardem para mais tarde. Tem também uma rádio ao estilo da infame Pandora e algumas funcionalidades elementares de rede social. Uma das que gosto muito é a possibilidade de enviar um link de uma música para quem quiser. E nem é necessário estar registado para grande parte destas coisas. Claro que não é o meu iTunes… mas é óptimo para descobrir umas coisas ou explorar melhor artistas dos quais só conhecemos uma ou outra música.

3 comentários
Simples? Eles usam flash! Tornaram o processo de ouvir música tudo menos simples.
Já acompanho o que escreves no WebTuga, no Programas Livres e no teu blog pessoal há tempo suficiente para saber que tens ideias muito bem definidas neste campo. De facto, sei que tu e o Flash não vão muito à bola e percebo as tuas questões.
Mas para o “regular Joe”, que em casa passeia pelo YouTube (lá está, Flash…) à procura de vídeos engraçados e que gosta de ouvir música enquanto trabalha, acho que o Jiwa.fm é uma solução muito boa. É simples de utilizar (como, estou certo, seria com outro software…), tal como o YouTube é simples de utilizar.
No limite, acho mesmo que é simples. Torna as coisas complicadas para quem não quer relações com software e tecnologia proprietários… mas para nós, os outros, tanto nos faz. Funciona suficientemente bem para que não tenhamos de pensar nisso.
Mas compreendo as tuas reservas. Eu é que sou um pouco mais pragmático, vá. E até agora tem resultado comigo.
Eu vejo os vídeos do Youtube sem flash, seja com o browser ou localmente (descarregando-os). O problema é que o tal “average Joe” se está a marimbar para estas questões. Por isso é que temos tido coisas como Bush Jr eleito, Sócrates a completar o mandato, etc.
Eu também sou pragmático nesta questão. Por isso é que não uso software proprietário. Não consigo confiar em quem não confia em mim, e não consigo confiar em algo que eu não posso ver como funciona. E também não entrego o controlo do meu computador a ninguém, muito menos gosto que me tratem como possível criminoso.
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