Posts de — Março 2009
O ano de todas as compilações…
Depois de Dark Was The Night, vem aí mais uma compilação cheia de vedetas da cena independente norte-americana. Desta feita, o motivo é o vigésimo aniversário da Merge Records. Entre os artistas convidados, podemos encontrar alguns dos nomes presentes em Dark Was The Night, como The National e The New Pornographers. Para além destes cromos repetidos, temos uma série deles novinhos em folha: Broken Social Scene, Death Cab For Cutie, Ryan Adams, Bill Callahan, The Shins, St. Vincent, The Apples in Stereo, Bright Eyes e Okkervil River, entre outros.
SCORE! 20 Years of Merge Records: The Covers tem como característica principal o facto de ser composta por músicas originalmente interpretadas por artistas da Merge revisitadas por elementos de fora da editora à editora. Estará à venda a partir de 7 de Abril.
09-03-2009 1 comentário
Sem contrato? As alternativas para uma boa auto-promoção

Este post faz parte da série Sem contrato? As alternativas para uma boa auto-promoção.
Portugal é um país de bandas de garagem. A maioria das que por aí andam a tocar em concertos e festas mais ou menos underground não tem nem está perto de ter um contrato de edição. As que estão, muitas vezes, estão-no porque aceitaram condições muito desvantajosas e potencialmente prejudiciais por parte da editora. Num mercado complicado como o português, não há muitas opções disponíveis e muitos deixam-se levar por caminhos mais ou menos manhosos. Às vezes ninguém diria… mas conseguir um contrato de edição é difícil.
Não basta fazer boa música. E é preciso sorte… mas ficar à espera dela é pouco produtivo (ou potencialmente nada produtivo). O caminho a seguir é a auto-promoção.
Assim, nos próximos tempos, vou pôr aqui algumas dicas sobre as melhores opções para uma boa auto-promoção.
08-03-2009 Sem comentários
Dylan está vivo
Às vezes não parece mas Bob Dylan está vivo. Se juntarmos a isso o facto de ser músico (um dos maiores de sempre, já agora), o lançamento de um álbum em Abril acaba por não ser surpresa.
Assim, ainda sem lançamento nem título definidos (ou, mais provavelmente, desvendados… porque falta certamente pouco tempo), o sucessor de Modern Times mais do mesmo: blues, folk e rock do melhor que se faz.
Que continuem a vir.
07-03-2009 Sem comentários
Só mais umas coisas sobre o Alive, desculpem lá
Klaxons?
Palco Super Bock!?
Sinto-me em 2007… ali no Parque Tejo.
(Em princípio, param por aqui os posts sobre o Alive.)
06-03-2009 Sem comentários
Outra vez o Alive
As primeiras impressões contam muito e os primeiros nomes anunciados pela Everything Is New para o cartaz do Optimus Alive não me caíram especialmente bem. Há ali uma série de nomes que me fazem pensar que o Alive está a dar uma de Super Bock Super Rock… o que não é especialmente bom, neste momento.
Os últimos nomes anunciados – The Ting Tings, Los Campesinos!, Placebo e TV On The Radio – são bons nomes. No entanto, tanto os Placebo como os TV On The Radio estiveram cá há pouco tempo. Claro que não me importo de ver os TV On The Radio outra vez, sobretudo depois de Dear Science (o meu álbum preferido de 2008). Ainda assim, para a generalidade do público do Alive, o apelo poderá não ser tão grande assim. Os The Ting Tings são uma moda mas já estão mesmo quase, quase a deixar de ser! Os Los Campesinos!, no meio disto tudo, são um oásis.
Lamento mas continuo pouco convencido.
05-03-2009 1 comentário
Eels lançam novo álbum em Junho

O título é relativamente auto-explicativo mas leiam se quiserem.
Os Eels – a minha banda revelação de 2008 – vão lançar um novo disco a 2 de Junho. Hombre Lobo é o sétimo álbum de originais editado pela banda de Mark Everett, ou E., e terá 12 temas (segundo consta, todos eles gravados em Los Angeles).
Depois de terem lançado Blinking Lights and Other Revelations em 2005, andaram por aí em digressão, estiveram envolvidos num documentário e editaram a maravilhosa compilação que comprei em meados do ano passado.
Pelo que tenho ouvido deles – sim, ainda não ouvi tudo – vou tentar dosear bem as minhas expectativas. É que os álbuns são um tanto ou quanto irregulares… e não quero ficar desgostoso. Bem, aguardemos então.
04-03-2009 2 comentários
Blip.fm: Hey DJ
Depois do Twitter, do Musebin e de sei lá eu mais o quê… estou convencido de que ainda não vos falei de um dos meus twitterderivados favoritos: o Blip.fm.
Não gosto da ideia mas agrada-me a aplicação prática. A ideia de que somos a modos que DJs é bastante idiota… já que aquilo nada tem a ver com DJing. Se tivesse, éramos só grandes chatos.
Cá para mim, tem sobretudo a ver com o momento em que propomos determinada música aos que nos seguem. E com o motivo. Pessoalmente, agrada-me saber o que leva determinada pessoa a escolher aquela música naquele momento. É uma espécie de voyeurismo inofensivo concentrado na música.
Eu e o Blip.fm temos dias. No entanto e no geral, acho que gosto cada vez mais deste serviço.
03-03-2009 2 comentários
Gomez andam aí
Diz-me o Cotonete que os Gomez estão de volta com novo álbum. Com lançamento marcado para o final do mês, A New Tide é aguardado com expectativa por fãs da banda e pouco mais. O single “Airstream Driver” também já aí anda mas, confesso, ainda não o ouvi.
Deve ser complicado para os membros de uma banda levarem a carreira toda a ouvir falar do álbum de estreia. Os tipos encostaram-se um bocado, é verdade. Mas reparem que, apesar das diferenças óbvias entre o mais experimental e rebuscado Bring It On e How We Operate, o último disco, não é assim tão necessário estar constantemente a fazer comparações batidas. Pessoalmente, até gosto bastante de How We Operate. Tem singles porreiros e, no geral, um som interessante.
Estou curioso. Não estou à espera de grandes novidades… mas é quase certo que será boa música.
02-03-2009 Sem comentários
República das bananas
Já que falamos dos The Most Serene Republic, não será certamente demais dar-vos um pouco de música.
O vídeo é assim-assim mas a música – “The Men Who Live Upstairs” – é excelente.
01-03-2009 1 comentário
Enquanto os Red House Painters tocam “Make Like Paper”…
Há alturas em que não tenho paciência para novidades. Há alturas em que as não há de jeito. E há alturas em que ambas se conjugam de tal forma que me viro para álbuns e canções antigas (de 2008 para baixo, que o mundo gira a uma velocidade estonteante… já repararam?).
Ultimamente, de um modo geral, tem sido assim. Na última semana, os Radiohead rodaram insistentemente para estes lados, com o Amnesiac e respectivos b-sides a liderarem o pelotão. De resto, ando a ver se diminuo as minhas doses de The National e de Eels que, neste momento, me parecem excessivas. Assim, tenho-me virado para outras coisas, como os aborrecidíssimos Red House Painters, que adoro, ou as semi-novidades do meu catálogo: The Most Serene Republic e Nada Surf.
A fome de novidades há-de voltar rapidamente. Enquanto não vem, aproveito a boleia e volto a coisas semi-antigas mas mais que semi-boas.
(Acho que escrevi este pequeno apontamento durante uma única música dos Red House Painters. Porra.)
01-03-2009 1 comentário
