<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ouve-se &#187; Web</title>
	<atom:link href="http://www.ouve-se.com/categoria/web/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.ouve-se.com</link>
	<description>Música, indústria e tendências.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 18 Jan 2012 01:37:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.4</generator>
		<item>
		<title>Evolver.fm</title>
		<link>http://www.ouve-se.com/2011/06/evolver-fm/</link>
		<comments>http://www.ouve-se.com/2011/06/evolver-fm/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 14:17:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[apps]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ouve-se.com/?p=1064</guid>
		<description><![CDATA[Isto talvez seja uma nova rubrica de destaques, talvez não. Neste momento, faz sentido que destaque este excelente blog de Eliot Van Buskirk. Este ex-jornalista da CNET e da Wired escreve sobre música e tecnologia, com um enfoque muito especial nas aplicações. Os artigos publicados no Evolver.fm estão uns furos bem acima da média e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isto talvez seja uma nova rubrica de destaques, talvez não.</p>
<p>Neste momento, faz sentido que destaque <a title="Evolver.fm" href="http://evolver.fm/">este excelente blog de Eliot Van Buskirk</a>. Este ex-jornalista da <a title="CNET" href="http://www.cnet.com">CNET</a> e da <a title="Wired" href="http://www.wired.com">Wired</a> escreve sobre música e tecnologia, com um enfoque muito especial nas aplicações.</p>
<p>Os artigos publicados no <a title="Evolver.fm" href="http://www.evolver.fm">Evolver.fm</a> estão uns furos bem acima da média e tratam com profundidade um assunto que outros apenas afloram. O blog é publicado pela <a title="The Echo Nest" href="http://the.echonest.com/">The Echo Nest</a>, empresa por trás de uma plataforma em que se apoiam algumas apps de música, tanto Web como móveis.</p>
<p>Enfim, não me vou alongar muito. Se se interessam por este novo caminho do negócio da música, aconselho-vos a dar uma vista de olhos no blog.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ouve-se.com/2011/06/evolver-fm/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Três anos</title>
		<link>http://www.ouve-se.com/2011/05/tres-anos/</link>
		<comments>http://www.ouve-se.com/2011/05/tres-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 May 2011 23:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[ouve-se]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ouve-se.com/?p=1315</guid>
		<description><![CDATA[Três anos. Faz hoje três anos que este blog foi para o ar. Três anos depois, a coisa continua mais ou menos na mesma, tanto em termos de conteúdo como em termos de visitas. A parte de mim que quer mais, quer mais posts por dia, mais análise às notícias da indústria, mais conteúdo. Alimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Três anos. Faz hoje três anos que este blog foi para o ar.</p>
<p>Três anos depois, a coisa continua mais ou menos na mesma, tanto em termos de conteúdo como em termos de visitas.</p>
<p>A parte de mim que quer mais, quer mais posts por dia, mais análise às notícias da indústria, mais conteúdo. Alimento ingenuamente a ideia de que haveria reflexos no número de visitas, que vigio com alguma inércia mas com algum interesse também.</p>
<p>Mas há uma outra parte de mim bem mais sossegada, mais tranquila, que quer exactamente o que tem. E o que tenho eu aqui? Um projecto que, apesar de ter aquela característica dos blogs antigos, aquela costela virada para dentro, aquele egocentrismo saudável, tem &#8211; na opinião de quem o escreve &#8211; alguma qualidade.</p>
<p><span id="more-1315"></span></p>
<p>Se escrevesse mais, o blog não perdia qualidade, porque o meu problema é a falta de disciplina. Mas, ao mesmo tempo, se escrevesse (muito) mais, provavelmente a minha relação com o meu blog tornava-se num daqueles casamentos cheios de ódio reprimido em que as pessoas já só investem tempo e dinheiro porque tem de ser, porque é assim (sem explicação). As minhas falhas enquanto criador regular de conteúdo ajudam a manter-nos, a mim e ao blog,  numa relação saudável.</p>
<p>Eu gostava de escrever mais &#8211; e às vezes, quando não me faltam ideias nem vontade, até o faço. Mas o compromisso não me atrai tanto como outras coisas. Claro que alimento aquela ideia romântica de que, se o blog desse dinheiro, não fazia mais nada e era feliz. Mas nem sequer estou certo de que isso seja verdade.</p>
<p>Entretanto, mantenho-me por aqui, mais ou menos na mesma, a escrever para vocês e para mim sem compromissos.</p>
<p>Deixem-me agradecer-vos, já agora, as leituras, os comentários e a ajuda voluntária e involuntária que me têm dado ao longo dos últimos anos. Para mim tem sido giro. Para vocês será menos giro, certamente, mas espero que não seja totalmente mau.</p>
<p>Não sendo uma despedida (não o é de certeza, que já renovei o domínio ouve-se.com por mais um ano), esta conversa traz-me à lembrança aqueles jantares de despedida das empresas. Salvo raríssimas excepções, quando são os outros, é apenas mais um jantar. Quando somos nós, preenchemos as horas do jantar de significado que não está lá e comovemo-nos com vá-se lá saber o quê. Quero com isto dizer que compreendo perfeitamente a vossa relativa indiferença quanto ao terceiro aniversário deste blog. Mas é o meu blog, pá, e eu tenho de falar sobre estas coisas.</p>
<p>Agora vou continuar a fazer a minha cena, que é escrever sobre música e afins.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ouve-se.com/2011/05/tres-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Music on Facebook</title>
		<link>http://www.ouve-se.com/2011/05/music-on-facebook/</link>
		<comments>http://www.ouve-se.com/2011/05/music-on-facebook/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 May 2011 11:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indústria discográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ouve-se.com/?p=1280</guid>
		<description><![CDATA[O Facebook relançou a sua página dedicada à música, que agora se chama Music on Facebook. Esta aposta surge numa altura em que a empresa é alvo de algumas críticas por parte da indústria, em termos genéricos, por não quererem saber da música para nada. Em termos mais específicos, o Facebook tem sido acusado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="float: right; margin: 5px;" title="Music on Facebook" src="http://www.ouve-se.com/wp-includes/images/facebookmusic.png" alt="" width="200" height="258" />O Facebook relançou a sua página dedicada à música, que agora se chama <a title="Music on Facebook" href="http://www.facebook.com/music">Music on Facebook</a>. Esta aposta surge numa altura em que a empresa é alvo de algumas críticas por parte da indústria, em termos genéricos, por não quererem saber da música para nada.</p>
<p>Em termos mais específicos, o Facebook tem sido acusado de estar pouco receptivo a trabalhar com empresas do sector. O CEO da RootMusic, empresa criadora da aplicação de música mais popular do Facebook, <a title="Top-Ranked Music App Says Facebook Isn't Doing Enough for Bands" href="http://www.huffingtonpost.com/eliot-van-buskirk/topranked-music-app-says-_b_854628.html">deu a entender que</a> o Facebook não ouve as propostas e que não está disposto a trabalhar com os artistas.</p>
<p>A tendência da indústria da música (e isto aplica-se, aparentemente, às majors e às startups) para sacudir a água do capote e tentar pôr os outros a fazer o seu trabalho às vezes é enervante. O Facebook, com todos os seus defeitos, é uma plataforma que tem agradado às pessoas pelo que permite mas também pelo que dificulta (os contactos não solicitados de empresas são um dos melhores exemplos): há quem aceite trabalhar com isso&#8230; e há quem se queixe.</p>
<p><span id="more-1280"></span></p>
<p>Mas adiante. Numa altura em que se discute um eventual Google Music, um eternamente adiado serviço de subscrição do iTunes e a entrada do Spotify no mercado norte-americano&#8230; o Facebook demonstra com isto que <a title="What Facebook's Relaunched Music Page Means for Musicians, Venues, Fans" href="http://www.billboard.biz/bbbiz/industry/digital-and-mobile/what-facebook-s-relaunched-music-page-means-1005166562.story">está atento mas não especialmente entusiasmado</a>.</p>
<p>A página Music on Facebook dá alguns conselhos sobre como optimizar páginas de artistas e salas de concertos, por exemplo, bem como a fãs que queiram divulgar os seus artistas favoritos. E pronto, é isto. É quase certo que o Facebook aproveitará esta página para divulgar boas práticas e casos de sucesso na área da música mas não me parece que a coisa passe muito disso. Convém manter debaixo de olho as acções que envolvem check-ins no Places, no entanto.</p>
<p>Para mim, é uma página útil e de leitura interessante. Para vocês também deverá ser, sobretudo se andarem a tentar promover o vosso trabalho na Web. Mas calma aí com as expectativas, que isto não é nada de especial.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ouve-se.com/2011/05/music-on-facebook/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>@Discographies</title>
		<link>http://www.ouve-se.com/2011/02/discographies/</link>
		<comments>http://www.ouve-se.com/2011/02/discographies/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 16:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ouve-se.com/?p=1228</guid>
		<description><![CDATA[A Web está cheia de críticos de música. Da caixa de comentários do site da Blitz ao Metacritic, do Pitchfork a este cantinho aqui, há um pouco de tudo: pseudo-intelectuais, labregos, tipos com mais cultura musical na unha do mindinho esquerdo que eu e vocês todos juntos, jornalistas, amadores, músicos, pessoas com demasiado tempo livre&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Discographies" src="http://www.ouve-se.com/wp-includes/images/discographies.png" alt="" width="505" height="108" /></p>
<p>A Web está cheia de críticos de música. Da caixa de comentários do <a href="http://www.blitz.pt">site da Blitz</a> ao <a href="http://www.metacritic.com">Metacritic</a>, do <a href="http://www.pitchfork.com">Pitchfork</a> a este cantinho aqui, há um pouco de tudo: pseudo-intelectuais, labregos, tipos com mais cultura musical na unha do mindinho esquerdo que eu e vocês todos juntos, jornalistas, amadores, músicos, pessoas com demasiado tempo livre&#8230; e por aí fora.</p>
<p><span id="more-1228"></span></p>
<p>Cada um de nós terá as suas preferências, claro, mas há coisas com que todos podemos concordar. Aqueles momentos de grande inspiração que chutam a nossa indiferença para longe, aquelas críticas que, por este ou aquele motivo, nos dão vontade de ler mais e mais coisas do mesmo autor&#8230; É disto que falo.</p>
<p>E é aí que chegamos a um perfil do Twitter muito especial: <a title="Discographies no Twitter" href="http://twitter.com/discographies">Discographies</a>. O nome é bastante auto-explicativo mas deixem-me ajudar. Discographies faz críticas a discografias completas&#8230; em 140 caracteres.</p>
<p>Sim, é possível. Aliás, não só é possível como é sempre feito com grande humor e bom gosto. Se forem como eu, não vão conseguir parar de ler.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ouve-se.com/2011/02/discographies/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um maravilhoso mundo novo para a música</title>
		<link>http://www.ouve-se.com/2011/01/um-maravilhoso-mundo-novo-para-a-musica/</link>
		<comments>http://www.ouve-se.com/2011/01/um-maravilhoso-mundo-novo-para-a-musica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 14:39:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indústria discográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[belle and sebastian]]></category>
		<category><![CDATA[broken social scene]]></category>
		<category><![CDATA[downloads]]></category>
		<category><![CDATA[editoras]]></category>
		<category><![CDATA[imogen heap]]></category>
		<category><![CDATA[myway]]></category>
		<category><![CDATA[p2p]]></category>
		<category><![CDATA[radiohead]]></category>
		<category><![CDATA[spotify]]></category>
		<category><![CDATA[streaming]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ouve-se.com/?p=1190</guid>
		<description><![CDATA[Este artigo foi publicado originalmente no blog do Upload Lisboa. Já todos sabemos o que aconteceu à indústria da música nos últimos 15 anos. A web deu-nos acesso a mais música, deu-nos a conhecer artistas que nunca chegariam aos nossos ouvidos de outra forma&#8230; mas também trouxe muitas dores de cabeça às editoras, sobretudo graças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este artigo foi publicado originalmente no <a title="Um maravilhoso mundo novo para a música" href="http://uploadlisboa.com/pt/blog/2011/01/25/um-maravilhoso-mundo-novo-para-a-musica">blog do Upload Lisboa</a>.</em></p>
<p>Já todos sabemos o que aconteceu à indústria da música nos últimos 15 anos. A web deu-nos acesso a mais música, deu-nos a conhecer artistas que nunca chegariam aos nossos ouvidos de outra forma&#8230; mas também trouxe muitas dores de cabeça às editoras, sobretudo graças ao advento do P2P, já que, na altura, a indústria não estava especialmente atenta à Internet ou interessada em inovar.</p>
<p>Actualmente, são muito poucos os que ainda compram discos e a música é uma indústria em grande, grande mutação. A venda de música gravada cai a pique mas, ao mesmo tempo, ergue-se com grande genica a indústria dos concertos.</p>
<p><span id="more-1190"></span></p>
<p>Mesmo que dia sim, dia não se anuncie a morte do CD, ainda ninguém sabe muito bem onde é que isto vai parar. A indústria discográfica aposta (com fracos resultados) no lobbying &#8211; em dez anos, a RIAA <em>investiu</em> 90 milhões de dólares em Washington &#8211; e continua a ignorar a verdadeira web. As editoras mudam as tácticas do marketing mas não compreendem o potencial de negócio que reside online. Por um lado, vemo-las todas modernaças a apostar no Facebook e afins para chegar às pessoas (nada contra); por outro, negócios por que todos esperamos (olá, <a href="http://www.spotify.com">Spotify</a>) teimam em demorar a ganhar dimensão porque as editoras não estão muito viradas para aí.</p>
<p>A propósito do Spotify, um dos assuntos que mais se discute no mundo da música diz respeito aos serviços de subscrição, que são uma espécie de Santo Graal da indústria. O Spotify e o português <a href="http://www.myway.pt">Myway</a> são alguns exemplos deste tipo de serviços que disponibilizam gratuitamente (vá, com publicidade) milhões de músicas em streaming e que oferecem downloads ilimitados em troca de uma mensalidade. O grande obstáculo à adopção generalizada destes serviços reside nos valores a pagar às editoras por cada reprodução. O Spotify, um verdadeiro caso de sucesso no Reino Unido, continua a apresentar prejuízo e já tem as editoras à perna a pedirem para que os valores sejam renegociados (para cima, claro). Isto não parece razoável. Porque é que o Spotify ainda não chegou aos Estados Unidos, o maior mercado de música do mundo (e, portanto, uma boa solução em termos de escala)? Não faço ideia. É um verdadeiro mistério.</p>
<p>Entretanto, o <a href="http://www.youtube.com">YouTube</a> é <a title="Music 3 times more consumed via YouTube than via Legal Downloads | Nielsen survey" href="http://blog.midem.com/2011/01/music-three-times-more-consumed-via-youtube-than-via-legal-downloads-exclusive-nielsen-white-paper/">rei e senhor do streaming</a> &#8211; há alguém que não o use para mostrar <em>aquela</em> música nova a um amigo? &#8211; e as editoras continuam a não ver o potencial de marketing desta e de outras plataformas. E porquê? Porque querem ganhar uns cêntimos sempre que cada música é reproduzida. Se é justo ou não, é outra questão. Mas eficiente não tem sido. A proverbial <em>cloud</em> ainda está por explorar.</p>
<p>Numa altura em que todos dizemos ao Facebook aquilo de que gostamos, é de estranhar que a indústria da música não aproveite convenientemente a quantidade de informação que estamos, enquanto utilizadores de redes sociais, dispostos a partilhar. Seja no Facebook (eu gosto dos <a href="http://www.facebook.com/radiohead">Radiohead</a>, do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=IkK4fjUlmVs">vídeo dos Wilco</a> e do <a href="http://www.facebook.com/optimusalive">Optimus Alive</a>, por exemplo) ou no <a href="http://www.last.fm">Last.fm</a>, que me recomenda coisas parecidas com o que eu mais ouço, que me mostra pessoas com gostos semelhantes aos meus e que já me trouxe muita felicidade, dizemos demasiado sobre nós e quem mais tem a ganhar com isso, além de nós, são as editoras (tanto ao nível do marketing como do negócio propriamente dito). Mas não aproveitam. Vamos aproveitando nós como podemos.</p>
<p>Felizmente, alguns artistas já começaram a perceber que não é só com cartazes em taipais de obras e com singles na rádio que lá chegam. Há os casos clássicos dos Nine Inch Nails, dos Radiohead e dos OK Go. Mas há mais. O segredo é perceber que não é fácil, que não basta uma acção para mudar tudo e começar a vender música e a esgotar salas de concertos. Uma coisa é certa: precisam de dar prioridade aos fãs, já que são eles (nós) que vão dar a conhecer a banda ao resto do mundo. Nesse sentido, os Arcade Fire e, mais recentemente, os <a href="http://www.youtube.com/watch?v=8RPM9MOUN2I">Broken Social Scene transmitiram concertos</a> em directo no YouTube. Não é revolucionário, é certo, mas&#8230; os fãs adoram. E custa muito menos mantê-los do que arranjá-los novinhos em folha.</p>
<p>Fãs devotos fazem de tudo. No ano passado, por exemplo, alguns fãs brasileiros dos Belle &amp; Sebastian angariaram 33 mil dólares para que a banda escocesa lá fosse tocar. Tudo através de um simples <a href="http://queremos.com.br/show/1-Belle-and-Sebastian">site</a> e de uma forte divulgação no <a href="http://twitter.com/queremos/">Twitter</a>. <em>Talk about crowdfunding.</em></p>
<p>Nesta liga dos <em>crowds</em>, não há nenhum tão bem sucedido como o <em>crowdsourcing</em>. Os exemplos são muitos mas apetece-me partilhar um bem recente. A britânica Imogen Heap, que tem um longo historial de interacção com os fãs, <a href="http://blog.midem.com/2011/01/interview-imogen-heap-on-her-first-ever-crowdsourced-song/">pede-lhes agora que contribuam com sons</a> para o seu próximo single.</p>
<p>E podia continuar por mais dez ou vinte parágrafos cheios de exemplos&#8230; mas ninguém quer isso.</p>
<p>É um bocadinho frustrante que esta troca (atenção e dinheiro por música e entretenimento) ainda não esteja muito bem oleada porque, convenhamos, há boas condições para isso. As editoras não se orientam e nós vamos ouvindo música como podemos. A verdade é que aguardo ansiosamente por uma maneira mais confortável de ouvir música do que o YouTube&#8230; <a title="URL: um novo formato universal para a música?" href="http://www.ouve-se.com/2011/01/url-um-formato-universal-para-a-musica/">mas talvez o URL seja a resposta</a>.</p>
<p>Hoje em dia, temos acesso a artistas a que só muito dificilmente chegaríamos sem a web e sem recomendações dos amigos (e dos outros). As editoras andam aos papéis mas os promotores de concertos agradecem. Entretanto, vamos ouvindo e partilhando mais música do que nunca.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ouve-se.com/2011/01/um-maravilhoso-mundo-novo-para-a-musica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Apple apresentou o Ping e eu acho que não quero saber</title>
		<link>http://www.ouve-se.com/2010/09/a-apple-apresentou-o-ping-e-eu-acho-que-nao-quero-saber/</link>
		<comments>http://www.ouve-se.com/2010/09/a-apple-apresentou-o-ping-e-eu-acho-que-nao-quero-saber/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 11 Sep 2010 11:49:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indústria discográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[artistas]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[itunes]]></category>
		<category><![CDATA[last.fm]]></category>
		<category><![CDATA[ping]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ouve-se.com/?p=1000</guid>
		<description><![CDATA[Pronto, agora é o Ping. Depois do relativo insucesso do Genius, uma ferramenta relativamente interessante que a Apple decidiu introduzir no iTunes há algum tempo, a Apple vira as agulhas para a vertente social da música. O objectivo? Vender mais música, claro está. E lançar as bases para os outros tipos de produtos (aplicações, filmes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Ping" src="http://www.ouve-se.com/wp-includes/images/ping.png" alt="" width="329" height="191" /></p>
<p>Pronto, agora é o <a title="Ping" href="http://www.apple.com/itunes/ping/">Ping</a>. Depois do <a title="O Genius do iTunes serve para alguma coisa" href="http://www.ouve-se.com/2009/01/o-genius-do-itunes-serve-para-alguma-coisa/">relativo insucesso do Genius</a>, uma ferramenta relativamente interessante que a Apple decidiu introduzir no iTunes há algum tempo, a Apple vira as agulhas para a vertente social da música. O objectivo? Vender mais música, claro está. E lançar as bases para os outros tipos de produtos (aplicações, filmes, séries, livros), fomentando igualmente as vendas.</p>
<p>Não tenho nada contra o desejo da Apple de ganhar mais dinheiro com a venda de música, vídeo, aplicações e livros online mas&#8230; para que raio serve o Ping?</p>
<p>Segundo a Apple, serve para seguirmos os nossos artistas favoritos e os nossos amigos para descobrir de que música estão a falar, o que estão a ouvir e (sobretudo, digo eu) o que estão a comprar no iTunes. <em>Boring.</em></p>
<p>Agrada-me muito a integração de diversas funcionalidades num só programa. O Genius, por exemplo, apesar de não ser a minha principal ferramenta de descoberta de música, às vezes é útil e engraçado. Não é, no entanto, nenhum <a title="Last.fm" href="http://www.last.fm">Last.fm</a>. E o Ping também não.</p>
<p>A minha abordagem ao lançamento de novos produtos e serviços é muito simples: só preciso que as empresas acrescentem alguma coisa. Eu sei que nem tudo pode ser a penicilina mas porque é que continuam a perder tempo com este tipo de coisas? O Ping é uma funcionalidade gratuita e não acrescenta nada. Se não acrescenta nada, não vale a pena perder tempo.</p>
<p>A Apple quer o mesmo de sempre: dar tudo às pessoas a partir do iTunes para que elas não precisem de ir a outros sítios. Mas se isso foi apelativo na ligação entre o iTunes (a loja e o <em>media player</em>) e o iPod, agora não é. E não é porque não acrescenta absolutamente nada, não é especialmente conveniente&#8230; e conseguimos encontrar bem melhor noutros sítios. O Last.fm, o <a title="Facebook" href="http://www.facebook.com">Facebook</a> e o <a title="Twitter" href="http://www.twitter.com">Twitter</a> são apenas os casos óbvios. Ainda por cima, o Facebook é agora, a propósito do argumento da conveniência de ter tudo no mesmo programa, um concorrente de peso.</p>
<p>Como se isto não bastasse, <a title="Hypebot - Apple Says Go To Distributor To Get iTunes Ping Artist Profile &amp; TuneCore's Response" href="http://www.hypebot.com/hypebot/2010/09/apple-says-go-to-distributor-to-get-itunes-ping-artist-profile-tunecores-response.html">a Apple está em modo </a><em><a title="Hypebot - Apple Says Go To Distributor To Get iTunes Ping Artist Profile &amp; TuneCore's Response" href="http://www.hypebot.com/hypebot/2010/09/apple-says-go-to-distributor-to-get-itunes-ping-artist-profile-tunecores-response.html">control freak</a></em><a title="Hypebot - Apple Says Go To Distributor To Get iTunes Ping Artist Profile &amp; TuneCore's Response" href="http://www.hypebot.com/hypebot/2010/09/apple-says-go-to-distributor-to-get-itunes-ping-artist-profile-tunecores-response.html"> relativamente à inscrição de artistas no Ping</a>, como fazem com as aplicações para iPhone e assim. Vamos ver se conseguem ir a algum lado com isto.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ouve-se.com/2010/09/a-apple-apresentou-o-ping-e-eu-acho-que-nao-quero-saber/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fuck you</title>
		<link>http://www.ouve-se.com/2010/08/fuck-you/</link>
		<comments>http://www.ouve-se.com/2010/08/fuck-you/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 18:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ouve-se.com/?p=988</guid>
		<description><![CDATA[Eu não sou muito de embarcar nestas coisas mas desta vez não consigo fugir. Cee Lo Green tem feito muita coisa gira, nomeadamente com Danger Mouse nos Gnarls Barkley, mas isto agora é outra coisa. Esta música tem uma característica bastante especial: chama-se “Fuck You”. Este single antecipa The Lady Killer, que tem lançamento marcado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sou muito de embarcar nestas coisas mas desta vez não consigo fugir. Cee Lo Green tem feito muita coisa gira, nomeadamente com Danger Mouse nos Gnarls Barkley, mas isto agora é outra coisa.</p>
<p>Esta música tem uma característica bastante especial: chama-se “Fuck You”. Este single antecipa <em>The Lady Killer</em>, que tem lançamento marcado apenas para Dezembro, e tem feito furor na Web. E eu consigo dizer apenas que percebo porquê.</p>
<p>Tudo nesta música é divertido. A melodia, o funk e, claro, a letra (que podem acompanhar no vídeo). Acho que era a isto que o Rei Ghob se referia quando gritava “Energia!”. &#8220;Fuck you&#8221; é um desabafo, é aquilo que todos pensaríamos naquelas circunstâncias. Agora já se pode dizer, desde que a música tenha tanta pinta como esta.</p>
<p>Vejam o vídeo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/CAV0XrbEwNc?fs=1&amp;hl=en_US" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/CAV0XrbEwNc?fs=1&amp;hl=en_US" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Para estes lados, será certamente uma das músicas do ano.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ouve-se.com/2010/08/fuck-you/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dois anos</title>
		<link>http://www.ouve-se.com/2010/05/dois-anos/</link>
		<comments>http://www.ouve-se.com/2010/05/dois-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 May 2010 11:07:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[ouve-se]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ouve-se.com/?p=923</guid>
		<description><![CDATA[Este blog faz hoje dois anos e eu sou um tipo de efemérides. Se tivesse de comparar, diria que o primeiro ano deste blog foi bastante mais interessante que o segundo. Estou menos orientado para os que me lêem e mais para mim. Escrevo sobre o facto de eu ser da pop. No primeiro ano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este blog faz hoje dois anos e eu sou um tipo de efemérides.</p>
<p>Se tivesse de comparar, diria que <a title="Um ano" href="http://www.ouve-se.com/2009/05/um-ano/">o primeiro ano deste blog</a> foi bastante mais interessante que o segundo. Estou menos orientado para os que me lêem e mais para mim. Escrevo sobre o facto de eu ser da pop. No primeiro ano, dava dicas de como fazer uma mixtape. Era mais útil.</p>
<p>Agora sinto menos pressão, até porque vou partilhando muitas coisas no <a title="Filipe Marques no Twitter" href="http://www.twitter.com/filipemarques">Twitter</a> e no <a title="Filipe Marques no Facebook" href="http://www.facebook.com/filipemarques">Facebook</a>. Aqui gosto de reflectir um bocadinho e manter o espaço limpo. Hoje tenho ambições moderadas para este blog.</p>
<p>Uma coisa é certa: o Ouve-se é cada vez mais meu. Isto sou eu. Tento escrever como falo, com uma ou outra coisa entre vírgulas, e tento escrever sobre o que gosto. Passamos a vida a fazer coisas de que não gostamos, num ou noutro momento. Ora, aqui tenho uma coisa que está quase totalmente dependente da minha vontade. Isto sou eu.</p>
<p>Obrigado pela visita, pelos comentários e pela simpatia. Continuem a vir, que isto não fica por aqui.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ouve-se.com/2010/05/dois-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Apple fecha Lala. E agora?</title>
		<link>http://www.ouve-se.com/2010/05/apple-fecha-lala-e-agora/</link>
		<comments>http://www.ouve-se.com/2010/05/apple-fecha-lala-e-agora/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 May 2010 16:27:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indústria discográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[acordos]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição]]></category>
		<category><![CDATA[downloads]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[streaming]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ouve-se.com/?p=885</guid>
		<description><![CDATA[O Lala vai fechar. Esta loja, que contava com um serviço de partilha de playlists feitas pelos utilizadores, tinha sido comprada pela Apple em Dezembro. Agora, menos de 6 meses depois, sabe-se que o Lala permanecerá activo apenas até 31 de Maio. Apesar de nunca ter visto grande utilidade no serviço &#8211; para mim, está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hypebot.com/hypebot/2010/04/apple-closing-lala-531-is-itunes-in-the-cloud-next.html">O Lala vai fechar</a>. Esta loja, que contava com um serviço de partilha de playlists feitas pelos utilizadores, tinha sido comprada pela Apple em Dezembro. Agora, menos de 6 meses depois, sabe-se que o Lala permanecerá activo apenas até 31 de Maio.</p>
<p>Apesar de nunca ter visto grande utilidade no serviço &#8211; para mim, está claro -, esta decisão da Apple provoca-me alguma comichão. Assim de repente, há duas hipóteses, uma mais preocupante que a outra.</p>
<p>A primeira prende-se com a eventual criação de um iTunes com acesso via web/cloud/whatever e é a que faz mais sentido. A Apple compra o serviço, fica com o know-how e desfaz-se da marca Lala. Passados uns meses, lança novas funcionalidades no iTunes, um iTunes.com e mais uma série de coisas que foi buscar ao Lala. E pronto, isto faz sentido e é uma forte hipótese.</p>
<p>A segunda é menos provável mas mais assustadora: a Apple compra o Lala para acabar com ele, por motivos concorrenciais. Seria isto. Esperemos que não se concretize. Seria muito mau sinal.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ouve-se.com/2010/05/apple-fecha-lala-e-agora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Myway continua a acrescentar músicas ao catálogo</title>
		<link>http://www.ouve-se.com/2010/04/myway-continua-a-acrescentar-musicas-ao-catalogo/</link>
		<comments>http://www.ouve-se.com/2010/04/myway-continua-a-acrescentar-musicas-ao-catalogo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 22:17:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indústria discográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[downloads]]></category>
		<category><![CDATA[editoras]]></category>
		<category><![CDATA[myway]]></category>
		<category><![CDATA[spotify]]></category>
		<category><![CDATA[streaming]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ouve-se.com/?p=852</guid>
		<description><![CDATA[O Myway continua a engordar o catálogo. Depois do acordo com a The Orchard, o concorrente do Cotonete passa a dispor agora também do catálogo da Sony Music Entertainment. Contas feitas, parece que o Myway já tem à volta de 5 milhões de música. Continua a ter um site fraquíssimo &#8211; ainda em beta, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a title="Myway" href="http://www.myway.pt">Myway</a> continua a engordar o catálogo. Depois do <a title="Myway com 2,5 milhões de músicas" href="http://www.ouve-se.com/2010/03/myway-com-25-milhoes-de-musicas/">acordo com a The Orchard</a>, o concorrente do <a title="Cotonete" href="http://www.cotonete.pt">Cotonete</a> passa a dispor agora também do catálogo da Sony Music Entertainment. Contas feitas, parece que o Myway já tem à volta de 5 milhões de música.</p>
<p>Continua a ter um site fraquíssimo &#8211; ainda em beta, mas <a title="Sobre o Myway" href="http://www.ouve-se.com/2010/02/sobre-o-myway/">sobre isso podem ler o que escrevi na minha apreciação inicial</a> &#8211; e ainda não há novidades sobre o serviço de subscrição ao estilo do <a title="Spotify" href="http://www.spotify.com">Spotify</a> mas estão a engordar que se fartam.</p>
<p>Não sei o que pensar. Por um lado, parece-me que estão, desde o início, a fazer tudo ao contrário &#8211; aposta exagerada em comunicar com os media e falta de investimento na qualidade da plataforma e na relação com os utilizadores. Por outro, até consigo perceber que queiram ter uma boa base em termos de catálogo e depois fazer os ajustes necessários. Mas continuo, independentemente disto tudo, sem perceber porque é que não pensaram em aproveitar as fragilidades do Spotify em vez das do Cotonete (presa fácil). Bastava lançar o site internacionalmente e não só em Portugal. Mas já me fartei de dizer isto. E assim vão perdendo créditos.</p>
<p>Fica apenas a ideia: para o Myway resultar, não basta ter 749 milhões de músicas; é preciso muito mais.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ouve-se.com/2010/04/myway-continua-a-acrescentar-musicas-ao-catalogo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

