Bon Iver, Volcano Choir, DeYarmond Edison, Gayngs, The Shouting Matches e agora Big Red Machine.
continuar a lerMatar saudades dos The National
Boxer (Live In Brussels) não é nenhum Boxer. Mas lembrou-me de como Boxer que me faz sentir.
CONTINUAR A LERBandidos, caçadores e o soft rock rural dos Midlake
Um olhar sobre um falso clássico chamado The Trials of Van Occupanther.
Continuar a lerOuvir música country vs. ter amigos
A vida é feita de escolhas.
Continuar a lerAinda agora chegou
Um álbum editado e já está tudo rendido a Phoebe Bridgers.
continuar a lerA lenda de Bon Iver: 10 anos de For Emma, Forever Ago
A mononucleose, a cabana na floresta e a maravilhosa música de um álbum perfeito.
Continuar a lerA lesma mais bonita do mundo
Não sou a pessoa mais competente do mundo a descobrir música nova, mas às vezes tenho sorte.
Continuar a lerCoisas que Alex Cameron diz
Os melhores e mais estranhos momentos de Forced Witness.
Continuar a lerO que é isso de os dias não terem números?
O que uma música é capaz de nos fazer.
Continuar a lerOs vícios e as histórias de Jason Isbell
A maior parte da música que ouço tem letras que nunca chego a compreender realmente. Interpreto-as, colo-as a algo que me diga qualquer coisa e guardo aqueles versos especiais, mas as minhas conclusões são tão válidas como as vossas.
O espírito missionário dos Sylvan Esso

Missão. Se estudaram marketing ou gestão, é muito provável que tenham ouvido falar deste deliciosamente inútil e tendencialmente mentiroso resumo da razão de existir de uma organização. No entanto, é este conceito que me vem à cabeça quase sempre que ouço “Sound”, a canção que abre What Now, segundo álbum de originais dos Sylvan Esso.